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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

As melhores comédias de sempre

E os 100 melhores filmes com os argumentos de comédia são... Bom, adianto apenas que no primeiro lugar está "Annie Hall" (1977) de Woody Allen. Nos restantes nove lugares até chegar ao top ten, há bons filmes de comédia mas também há outros de valor discutível. 
Abri aqui o link.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A visão da Europa de Béla Tarr

A visão em apenas 5 minutos do realizador húngaro Béla Tarr sobre a Europa:

Steve McQueen e o poker



A Mesa do Diabo. Eric Kid Stoner, "The Cincinnati Kid"

Hoje vamos falar de apostas, vamos ver o que o poker pode fazer na vida das pessoas, mas não é somente no poker que se aposta, veja que por exemplo o futebol é o prato principal de praticamente todas as casas de apostas, especialmente aquelas que têm como base a Grã-Bretanha, onde as regras da modalidade foram criadas. Temos também as empresas voltadas ao público brasileiro que fala sobre tipos de apostas em futebol detalhadas. Leia aqui mais sobre o tema. Já nos Estados Unidos temos outras regras e normas relativas às apostas em jogos, ali o elemento legal/ilegal do ato de apostar sempre fez os norte americanos se interessarem e muito sobre esse tópico, e com isso eles sempre tiveram a vontade e também a possibilidade de realizar e transformar as apostas e suas consequências em filme! A partir de agora vamos conhecer mais a fundo um sucesso que você não pode deixar de ver! 

O filme A mão do Diabo com o nome em inglês “The Cincinnati Kid” é um filme do ano de 1965 e conta com o nome da estrela que fazia os corações baterem mais forte, o maior astro norte americano visto entre os anos de 1960 e 1970, estamos falando de Steve McQueen, ele era o ícone masculino para os homens – por ser durão e o sonho de homem para as mulheres – que suspiravam por ele. Na história desta longa metragem vemos que McQueen será aquele que vai viver um jovem jogador de sucesso do Poker, que acreditava ser inclusive o melhor e maior jogador do mundo. Ele vive o personagem que dá o nome ao título do filme “Kid” este é o apelido do prodígio Eric Stoner, que obviamente era muito charmoso e cheio de confiança a ponto de ser arrogante (coisa que os jovens de talento muitas vezes têm). 

O jovem Eric deve se preparar para desafiar o maior jogador de poker dos últimos tempos, o imbatível Lancey Howard (papel interpretado pela excelente ator Edward G. Robinson) Lancey vai representar o ídolo, aquele jogador sem emoções e impecável, que é respeitado por todos. A presença feminina tem um papel muito marcante no filme, terá como representantes a linda namorada de Christian, a atriz sex simbol daquele tempo – Tuesday Weld, e a afirmada atriz Ann Margret, que fez muito sucesso com o filme “Femme Fatale” que tentará de todos os modos seduzir o nosso protagonista. No desenrolar desta história vivida em Nova Orleans, durante o período da depressão econômica nos Estados Unidos, vamos ver muitas traições, seduções e jogos, veremos situações desafiadoras e inteligentes, talvez pode-se dizer que o ícone do malandro apostador padrão aparece neste filme. 

Um dos pontos altos de ver esse filme é a sensação de estar sentado na mesa de poker, apostando em primeira pessoa com o oponente, desta forma falta ao espectador somente sentir o cheiro da fumaça do cigarro dos outros jogadores. Pois a percepção de ser um deles é muito real. Este filme conta com a direção de Norman Jewison. Se você ficou curioso , vale a pena conferir neste link o trailer do filme A Mesa do Diabo.

Paula Silva

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Por trás de "The Shining"

Em 1966 o cineasta Stanley Kubrick disse a um amigo que um dia iria fazer o "filme mais assustador de sempre". Em 1980 realizou "The Shining" e consegui-o.
O realizador de mini-documentários Gary Leva realizou um documentário de 30 minutos sobre a concepção do filme de Kubrick. Entrevistas a actores, técnicos e críticos, imagens de bastidores, comentários e análises compõem este curto mas fascinante filme que ajuda a compreender o imenso estatuto de culto que ganhou "The Shining".

Abrir o link aqui.

sábado, 31 de outubro de 2015

Viver de trás para a frente



A brincar a brincar, não me importaria:

"Na minha próxima vida, quero viver de trás para a frente. Começar morto, para despachar logo o assunto. Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo. E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades. Aí torno-me um bébé inocente até nascer. Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilá!" - desapareço num orgasmo!" 

Woody Allen

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O primeiro filme sonoro... de sempre

Não se trata de um filme no sentido literal, até porque tem apenas 17 segundos de duração. Mas é um registo audiovisual absolutamente histórico: trata-se da primeiríssima captação em filme conhecida de som no cinema, muitos anos antes do clássico "The Jazz Singer" (1927). Corria o longínquo ano de 1894, um anos antes ainda do aparecimento do popular cinematógrafo dos irmãos Lumière.

Este curto registo de cinema gravado por uma rudimentar câmara foi realizado no estúdio de Thomas Edison (um dos cientistas responsáveis pelo desenvolvimento do cinema) e capta o realizador William K. Dickson a tocar violino durante escassos 17 segundos, o suficiente para fazer História.

domingo, 25 de outubro de 2015

Maureen O'Hara

Maureen O'Hara, diva com cabelo cor de fogo do cinema clássico morreu aos 95 anos. A primeira vez que a vi foi no belo filme "How Green Was My Valley" (1947) de John Ford. Por causa dela (ok, não só por causa dela) este filme tornou-se no meu Ford favorito. Considerava-a uma das mais talentosas e belas actrizes da época de ouro de Hollywood.

sábado, 24 de outubro de 2015

A sociedade segundo Guy Debord

Guy Debord, nascido em 1931, em Paris, suicidou-se em 1994, nas montanhas de Auvergne. Foi filósofo, cineasta e crítico cultural. Co-fundador, em 1957, da Internacional Situacionista, foi seu co-dissolvente em 1972.

Publicado em 1967, o livro "A Sociedade do Espectáculo" é a obra filosófica e política mais famosa de Guy Debord e uma análise impiedosa e arrasadora da invasão de todos os aspectos do quotidiano pelo capitalismo moderno. Uma crítica feroz à sociedade do consumo e do predomínio da imagem. Este livro esteve na base do movimento estudantil do Maio de 68 em Paris. O espectáculo, segundo o autor, é "uma droga para escravos" que empobrece a verdadeira qualidade da vida, é apontado como uma imagem invertida da sociedade desejável, na qual as relações entre as mercadorias suplantaram os laços que unem as pessoas, conferindo-se a primazia à identificação passiva, em detrimento da genuína actividade. Uma teoria que está mais actual do que nunca.

Debord fez um filme em 1973 que mais não é do que a versão audiovisual do livro que o celebrizou, no qual expõe os seus conceitos sobre a ditadura do consumo, da imagem e do espectáculo na sociedade moderna:
 

terça-feira, 20 de outubro de 2015

O universo perturbador de Ballard

Aqui está uma edição que nenhum admirador do universo literário de J.G. Ballard pode perder: pela primeira vez no mercado nacional é editado "High Rise", em português "Arranha-Céus", escrito em 1975.

O livro decorre no espaço fechado de um arranha-céus onde moram duas mil pessoas, condomínio fechado de onde ninguém precisa de sair para o exterior. Criado o ambiente claustrofóbico e pós-histórico típico do universo ballardiano, este prédio é um simulacro da vida social moderna onde tudo parece correr bem até começarem a surgir os primeiros indícios de crime e violência que vão transformar o arranha-céus numa paisagem primitiva, onde o humano dá lugar a um bestiário de predadores: primeiro atacam-se os automóveis na garagem, depois os moradores. Um incidente conduz a outro e, acossados, os vizinhos agrupam-se por pisos possuídos por instintos animalescos. Quando aparecem as primeiras vítimas, a festa mal começou. É então que o personagem Richard Wilder, realizador de documentários, resolve avançar, de câmara em punho, numa viagem por uma inexplicável orgia de destruição, testemunhando o colapso do que nos torna humanos.

Entre a alucinação e a anarquia, a visão violenta e pessimista de J.G. Ballard oferece-nos um retrato demencial de como a vida moderna nos pode empurrar, não para um estádio mais avançado na evolução, mas para as mais primitivas formas de sociedade.

O romance foi adaptado ao cinema e deve chegar às salas ainda este ano, com a assinatura de Ben Wheatley (tem nos principais papéis os actores Jeremy Irons, Sienna Miller e Tom Hiddleston). No próximo ano, a editora Elsinore conta reeditar "Crash", celebrizado no sublime e perturbador filme homónimo de David Cronenberg.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

O que diz Tarkovski #23

"Na minha infância a minha mãe sugeriu que eu lesse 'Guerra e Paz' e, durante muitos anos, ela citou frequentemente o romance, chamando-me a atenção para a subtileza e as particularidades da prosa de Tolstoi. Desse modo, 'Guerra e Paz' tornou-se para mim uma espécie de escola de arte, um critério de gosto e profundidade artística. Depois desse livro nunca mais consegui ler porcarias literárias que sempre me causaram profundo desagrado."

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Hitchcock no universo de Kubrick (ou ao contrário)

Retirado do blog Bitaites:

"As personagens que James Stewart desempenhou em três filmes de Hitchcock – «Janela Indiscreta», «O Homem que Sabia Demais» e «A mulher que Viveu Duas Vezes» – são perseguidas por uma trupe de vilões dos filmes de Stanley Kubrick. 
Por outras palavras: esta é uma curta-metragem com James Stewart e Jack Nicholson nos papéis principais. «The Red Drum Getaway» junta dois actores que nunca contracenaram e dois realizadores cujos universos jamais se cruzaram. Foi criado por uma agência francesa de criativos ligada à Publicidade, Gump. 
Vejam-no – se gostam deste tipo de experiências, vão adorar. É mais um tributo às maravilhas do digital e do «mashup». «Mashup», para quem não saiba, designa uma combinação de elementos diferentes e às vezes opostos – em vídeo ou em música – para criar uma obra derivada: os elementos que a constituem são familiares mas os resultados podem ser humorísticos, sarcásticos, críticos ou simplesmente bizarros."
Uma preciosidade criativa para cinéfilos, portanto.

Ver aqui em ecrã grande.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Compositores à volta de uma mesa

Os compositores para cinema Marco Beltrami (The Homesman), Danny Elfman (Big Eyes), John Powell (How To Train Your Dragon 2), Trent Reznor (Gone Girl) e Hans Zimmer (Interstellar) juntaram-se à volta de uma mesa redonda para falarem sobre os processos criativos, os instrumentos utilizados, os métodos de trabalho, a relação com os realizadores, etc.
Uma conversa altamente interessante e pedagógica sobre a relação entre o cinema e a música. Destaque pessoal para Danny Elfman e Trent Reznor, os meus compositores para cinema favoritos desta mesa.
Abrir link aqui.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Cinema e saúde mental

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental da Escola Superior de Saúde de Viseu, fui convidado a dissertar sobre a relação entre o cinema e a saúde mental. Aceitei o desafio como aceitei, há três anos, dissertar sobre o suicídio e o cinema (ver aqui) num simpósio sobre o tema. O título que escolhi: "A Psique Cinematográfica: A Saúde Mental Representada no Cinema".

Foi um bom desafio que me obrigou a ver (ou rever) uma série de filmes e a investigar literatura especializada. Após elaborar uma pré-selecção de 60 filmes, reduzi a apresentação para 35 títulos que me pareceram absolutamente incontornáveis. Dois critérios essenciais serviram para essa selecção: a qualidade cinematográfica/artística de cada filme escolhido e a relevância temática.

Cheguei à conclusão que os distúrbios mentais mais frequentes abordados pelo cinema são: múltiplas formas de esquizofrenia, paranóia, transtorno obsessivo-compulsivo, comportamentos psicóticos, psicose maníaco-depressiva, transtorno bipolar, transtorno dissociativo de personalidade, etc.

A minha apresentação na Escola Superior de Cinema decorreu no dia 8 deste mês num auditório com 200 lugares lotados com estudantes de saúde mental, professores, enfermeiros, psicólogos e psiquiatras. Mostrei uma apresentação visual na qual constavam o título do filme, o realizador, o ano de produção e uma imagem ilustrativa (como estas duas que ilustram este post: "Shock Corridor" de Samuel Fuller e "Spider" de David Cronenberg). Depois ia dissertando sobre cada filme...
No final apresentei uma bibliografia especializada: cinema como terapia, loucura e cinema, psiquiatria e filmes, etc. Já não houve tempo para debate com a assistência.

Para dar o mote ao início da prelecção citei uma frase de uma personagem do filme “Grand Canyon” (1991) de Lawrence Kasdan: “Se estás com problemas vai ao cinema. Os filmes têm a resposta para todos os problemas da vida.” 

Os filmes foram citados por ordem cronológica.



"O Gabinete do Dr. Caligari” (1920) – Robert Wiene
“A Page of Madness” (1926) – Teinosuke Kinugasa
“Un Chien Andalou” (1929) – Luis Buñuel
“M - Matou” (1931) – Fritz Lang
“Spellbound” (1945) – Alfred Hitchcock
“The Snake Pit” (1948) – Anatole Litvak
“Él – O Alucinado” (1952) – Luis Buñuel
“As Três Faces de Eva” (1957) – Nunnally Johnson
“Psycho” (1960) – Alfred Hitchcock
“David e Lisa” (1962) – Frank Perry
“Shock Corridor” (1963) – Samuel Fuller
“Fogo Fátuo” (1963) – Louis Malle
“Repulsa” (1965) – Roman Polanski
"Persona" (1966) - Ingmar Bergman
“Uma Mulher Sob Influência” (1974) – John Cassavetes
“Jaime” (1974) – António Reis
“Voando Sobre um Ninho de Cucos” (1976) – Milos Forman
“Eraserhead” (1977) – David Lynch
“The Shining” (1980) – Stanley Kubrick
“Nostalgia” (1983) – Andrei Tarkovsky
“Misery” (1990) – Bob Reiner
“Despertares” (1990) – Penny Marshall
“Garota, Interrompida” (1999) – James Mangold
“Uma Mente Brilhante” (2001) – Ron Howard
“K-Pax” (2001) – Iain Softley
“As Horas” (2002) – Stephen Daldry
“Spider” (2002) – David Cronenberg
“O Aviador” (2004) – Martin Scorsese
“O Maquinsta” (2004) – Brad Anderson
“Loucuras de um Génio” (Doc, 2005) – Jeff Feuerzeig
“Bug” (2006) – Wiliam Friedkin
“Cisne Negro” (2010) – Darren Aronofsky
“Take Shelter” (2011) – Jeff Nichols
“Alive Inside” (Doc, 2013) – Michael Rossato-Bennett
“Pára-me De Repente o Pensamento” (Doc, 2014) – Jorge Pelicano
“Esta é a Minha Casa” (Doc, 2014) – Pedro Renca
“Birdman” (2014) – Alejandro Gonzalez Iñárritu

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O soldado Pyle



Foi em 1987 que estreou o filme "Full Metal Jacket" ("Nascido para Matar") de Stanley Kubrick. Curiosamente, vi-o numa sessão da meia-noite, com meia dúzia de espectadores perplexos perante a violência psicológica da primeira metade do filme. Não é o meu Kubrick favorito, apesar de gostar muito dele. Tem uma força e uma progressão narrativa muito peculiares.

A primeira metade do filme, desde a admissão na tropa até ao brutal suicídio do soldado Pyle (impressionante Vincent D'Onofrio), é Kubrick puro, sem concessões, direcção feroz de actores e realização férrea. Lembro-me de me ter ficado na memória, durante muito tempo, esta imagem do soldado Pyle sentado na sanita com olhar demencial (ainda hoje quando me lembro deste filme, é a primeira imagem que me vem à cabeça). O soldado Pyle era um soldado gorducho e pouco apto para a exigência dos treinos militares, constantemente humilhado pelo temível Sargento Hartman. Até que a sua saúde mental se degrada entrando num estado de total loucura e alucinação.

E é essa loucura assustadora que vemos nos olhos de Pyle. Quando olha para o soldado Joker (Matthew Modine) com uma expressão de puro ódio e demência, de quem já não tem medo de nada, nem tem nada a perder. E é aí, nessa sequência de pura tensão na casa de banho (espaço muito do agrado de Kubrick), que Pyle explode, matando o sargento e suicidando-se de seguida. Apesar de não ser um filme de terror, "Full Metal Jacket" encerra, nesta perturbante cena, muito do terror psicológico que o realizador já experimentara no soberbo "The Shining" (1980). E é das sequências de cinema de que mais gosto de toda a obra kubrickiana.

sábado, 3 de outubro de 2015

Bergman - O som e o silêncio

Foi publicado há apenas um mês e só agora o descobri: magnífico e original livro sobre o cinema de Ingmar Bergman e a sua relação com a música, o som, a voz, o ruído e o silêncio. Que eu tenha conhecimento é o primeiro ensaio aprofundado sobre esta temática da estética de Bergman e por certo é uma obra imperdível para os fãs do cineasta sueco.   
Está disponível via Amazon.

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Movie Phone Call

E agora um pouco de história do cinema com imagens de telefonemas numa excelente montagem: 

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Uma selfie do inferno

Quem nunca tirou uma selfie? Recurso fotográfico perfeitamente banal nos dias de hoje. E já agora, quem acha que não é possível fazer um bom filme de terror em menos de dois minutos? Bom, esta curta metragem prova isso mesmo: em menos de dois minutos, os pêlos do espectador são eriçados com base nesta curtíssima sequência de uma jovem que tira selfies para o namorado. Algo de muito estranho e medonho acontece...
Para um melhor efeito, ver com o volume alto.
 

sábado, 19 de setembro de 2015

Diálogos e bateria

Lembram-se do filme "Uma Questão de Honra" (1992, Bob Reiner) no qual ficou famoso o diálogo final entre Tom Cruise e Jack Nicholson? A frase mais célebre seria a de Nicholson - "You Can't Handle the Truth!". Pois bem, um baterista brasileiro de nome Felipe Continentino resolveu fazer algo muito pouco provável: acompanhar o diálogo com ritmos de jazz. Cada palavra, cada expressão, cada entoação é acompanhada com os pratos e tambores do baterista. 

Simplesmente original e brilhante.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Novo Woody

É um hábito sempre salutar: a cada Setembro, um novo filme de Woody Allen. Estreia "O Homem Irracional", a nova obra do realizador que volta a Nova Iorque para contar esta história de um professor de filosofia de meia idade e com crise existencial dividido entre o amor de duas mulheres.