quarta-feira, 8 de maio de 2013

No mundo do cinema



Certo dia Federico Fellini proferiu esta afirmação: "Cinema-verdade? Prefiro muito mais o cinema-mentira. É que a mentira é sempre mais interessante do que a verdade." 

Não só corroboro esta afirmação como digo mais - no cinema:

- O mal é sempre mais interessante do que o bem;
- A guerra é sempre mais interessante do que a paz;
- A sensualidade insinuante é sempre mais interessante do que o explícito;
- A violência é sempre mais interessante do que pacatez;
- O sonho é sempre mais interessante do que a realidade;
- O pesadelo perturbador é sempre mais interessante do que o sonho idílico;
- A corrupção é sempre mais interessante do que a honestidade;
- O medo é sempre mais interessante do que a coragem;
- O amor é sempre mais interessante do que a morte;
- O terror é sempre mais interessante do que a comédia;
- A melancolia é sempre mais interessante do que a felicidade;
- A pobreza é sempre mais interessante do que a riqueza;
- O silêncio é sempre mais interessante do que o ruído;
- A tragédia é sempre mais interessante do que a alegria;
- A traição é sempre mais interessante do que a lealdade;
- A vingança é sempre mais interessante do que resignação.
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3 comentários:

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Reflexões muito pertinentes e que me deixaram a pensar. Não concordo inteiramente; pelo menos com algumas frases. Penso que se pode relativizar mais a questão e, assim sendo, várias frases poderão ver os seus termos invertidos. Depende, naturalmente, dos gostos (ex.: terror/comédia), da qualidade do filme, mas sobretudo da forma como o tema é tratado. Nessa perspectiva, a morte, por exemplo, pode ser mais interessante do que o amor ou a coragem mais atractiva do que o medo.
Seja como for, penso que, na maior parte dos casos, um pólo só funciona se existir o seu oposto e, ainda que seja o "pólo negativo" a ser enfatizado, este precisa do outro para que o circuito funcione. Tornar-se-á tanto mais interessante o seu tratamento quanto mais for evidente o que os separa.

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