Depois do top internacional, este é o meu top 10 nacional:
1 - Lobster: “Sexually Transmitted Electricity”
2 - DOPO: “For the Entrance of the Sun”
3 - Tropa Macaca: “Marfim”
4 - Norberto Lobo: “Mudar de Bina”
5 - Old Jerusalem: The Temple Bell
6 - JP Simões: “1970”
7 - Wraygunn: “Shangri-La”
8 - Hipnótica: “New Communities For Better Days”
9 - Micro Audio Waves: “Odd Size Baggage”
10 - Bernardo Sassetti: “Dúvida”
Nota: na imagem, Lobster.
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sexta-feira, 30 de novembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Top 2007

Após muita cogitação, está efectuada a eleição dos meus melhores discos internacionais de 2007. Como sempre, trata-se de uma lista ecléctica e abrangente: rock, experimental, fusão, world, electrónica, pop (e ainda assim ficaram uns bons discos de fora):
1 - Amon Tobin: “Foley Room”
2 - Battles: “Mirrored”
3 - Einstürzende Neubauten: “Alles Wieder Offen”
4 - Gogol Bordello: “Super Taranta!”
5 - Original Silence: “The First Original Silence”
6 - Black Dice: “Load Blown”
7- Tomahawk: “Anonymous”
8 - Pan Sonic: “Katodivaihe/Cathodephrase”
9 - Burial: “Untrue”
10 - Liars: “Liars”
11 - Young Gods: “Super Ready/Fragmente”
12 - Arcade Fire: “Neon Bible”
13 - Balkana Beat Box: “Nu Med”
14 - Tango Saloon: “Tango Saloon”
15 - Murcof: “Cosmos”
16 - Fanfare Ciocarlia: “Queens and Kings”
17 - LCD Soundsystem: “Sound of Silver”
18 - Beirut: “The Flying club Cup”
19 - Venetian Snares: “My Downfall”
20 - Tinariwen: “Aman Iman”
21 - Radiohead – “In Rainbows”
22 - Neurosis: “Given to the Rising”
23 - Devendra Banhart: “Smokey Rolls Down Thunder Canyon”
24 - M.I.A.: “Kala”
25 - Map of Africa: “Map of Africa”
Nota: na foto, os Battles.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Top 2006 (2007 vem a seguir)

Tal como no outro ano, o portal de música Bodyspace pediu-me uma lista dos melhores discos de 2007. Dentro de dias elaborarei essa dita lista. Entretanto, aqui fica o meu top pessoal dos melhores discos de 2006:
Lista 2006
1: Kode 9 & Spaceape – “Memories of the Future”
2: Man Man - “Six Demon Bag”
3: Matmos – “The Rose has Teeth in the Mouth of the Beast”
4: Tom Waits – “Orphans”
6: Ellen Allien & Apparat – “Orchestra of Bubbles”
6: Burial – “Burial”
7: Beirut – “The Gulag Orkestar”
8: Oneida – “happy New Year”
9: Liars – “Drum's Not Dead”
10: Mouse on Mars – “Varcharz”
11: Wolf Eyes – “Human Animal”
12: Messer Chups – “Crazy Price”
13: Sparks – “Hello Young Lovers”
14: Sonic Youth – “Rather Ripped”
15: Coldcut – “Sound Mirrors”
16: Les Georges Leningard – “Sangue Puro”
17: Zero 7 – “The Garden”
18: Gnarls Barkley – “St. elsewhere”
19: Colleen – “Mort au Vaches”
20: Six Organs of Admittance – “The Sun Awakens”
21: TV On the Radio – “Return to Cookie Mountain”
22: 12 Twelve – “L’Univers”
23: Sunn O))) & Boris – “Altar”
24: Scott Walker – “The Drift”
25: Isis – “In The Absence of Truth”
1: Kode 9 & Spaceape – “Memories of the Future”
2: Man Man - “Six Demon Bag”
3: Matmos – “The Rose has Teeth in the Mouth of the Beast”
4: Tom Waits – “Orphans”
6: Ellen Allien & Apparat – “Orchestra of Bubbles”
6: Burial – “Burial”
7: Beirut – “The Gulag Orkestar”
8: Oneida – “happy New Year”
9: Liars – “Drum's Not Dead”
10: Mouse on Mars – “Varcharz”
11: Wolf Eyes – “Human Animal”
12: Messer Chups – “Crazy Price”
13: Sparks – “Hello Young Lovers”
14: Sonic Youth – “Rather Ripped”
15: Coldcut – “Sound Mirrors”
16: Les Georges Leningard – “Sangue Puro”
17: Zero 7 – “The Garden”
18: Gnarls Barkley – “St. elsewhere”
19: Colleen – “Mort au Vaches”
20: Six Organs of Admittance – “The Sun Awakens”
21: TV On the Radio – “Return to Cookie Mountain”
22: 12 Twelve – “L’Univers”
23: Sunn O))) & Boris – “Altar”
24: Scott Walker – “The Drift”
25: Isis – “In The Absence of Truth”
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Stephen King - as adaptações ao cinema
Se há um nome incontornável da literatura moderna de terror esse nome só pode ser Stephen King. Herdeiro da tradição literária dos contos góticos e fantásticos de Edgar Allan Poe e Lovecraft, King desenvolveu um extraordinário talento para contar histórias de notável suspense e horror, sobrenaturais ou não. E não esqueçamos que King se revelou, não apenas como escritor do género de terror, como também ao nível da ficção que nada tem a ver com o medo. São os casos dos livros "Stand by Me" e "Shawshank Redemption".
Por outro lado, se há escritor cujas obras foram, bastas vezes, adaptadas ao cinema (e à televisão), Stephen King também lidera a lista. Foram, literalmente, dezenas e dezenas de filmes com base em contos, novelas e romances do mestre do terror fantástico. Muitas adaptações são sofríveis porque apenas exploraram o filão comercial do nome do escritor sem quaisquer resultados em termos artísticos. Mas muitos outros realizadores conseguiram transpor para o grande ecrã as histórias de King com grande mestria. E há até realizadores que, praticamente, só fazem filmes com base em histórias de King (como Frank Darabont). De todos os filmes que conheço baseados na obra de Stephen King, eis os meus 12 filmes favoritos:
12 - "A Janela Secreta" (2004) de David Koepp
11 - "Pet Sematary" (1989) de Mary Lambert
11 - "Pet Sematary" (1989) de Mary Lambert
10 - "1408" (2007) de Mikael Håfström"
9 - "Christine" (1983) de John Carpenter
8 - "Carrie" (1976) de Brian De Palma
7 - "The Green Mile" (1999) de Frank Darabont
6 - "The Mist" (2007) de Frank Darabont
6 - "The Mist" (2007) de Frank Darabont
E o magnífico top 5:
5 - "Misery" (1990) de Bob Reiner
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Stephen King no cinema
Durante o ano de 2012 vamos assistir, pelo menos, a dois filmes com base em obras literárias de terror do escritor Stephen King: um remake de "Carrie" e "A Good Marriage".
Se há um nome incontornável da literatura moderna de terror esse nome só pode ser Stephen King. Herdeiro da tradição literária dos contos góticos e fantásticos de Edgar Allan Poe e Lovecraft, King desenvolveu um extraordinário talento para contar histórias de notável suspense e horror (sobrenaturais ou não). E não esqueçamos que King se revelou não apenas como escritor do género de terror, como também ao nível da ficção que nada tem a ver com o medo. São os casos dos livros "Stand by Me" e "Shawshank Redemption", cujas adaptações cinematográficas foram deveras notáveis.
Se há um nome incontornável da literatura moderna de terror esse nome só pode ser Stephen King. Herdeiro da tradição literária dos contos góticos e fantásticos de Edgar Allan Poe e Lovecraft, King desenvolveu um extraordinário talento para contar histórias de notável suspense e horror (sobrenaturais ou não). E não esqueçamos que King se revelou não apenas como escritor do género de terror, como também ao nível da ficção que nada tem a ver com o medo. São os casos dos livros "Stand by Me" e "Shawshank Redemption", cujas adaptações cinematográficas foram deveras notáveis.
Por outro lado, se há escritor cujas obras foram, bastas vezes, adaptadas ao cinema (e à televisão), Stephen King também lidera a lista. Foram, literalmente, dezenas e dezenas de filmes com base em contos, novelas e romances do mestre do terror fantástico. Muitas adaptações são sofríveis porque apenas exploraram o filão comercial do nome do escritor sem quaisquer resultados em termos artísticos. Mas muitos outros realizadores conseguiram transpor para o grande ecrã as histórias de King com grande mestria.
E há até realizadores que, praticamente, só fazem filmes com base em histórias de King (como Frank Darabont). De todos os filmes que conheço baseados na obra de Stephen King, eis os meus 12 filmes favoritos:
E há até realizadores que, praticamente, só fazem filmes com base em histórias de King (como Frank Darabont). De todos os filmes que conheço baseados na obra de Stephen King, eis os meus 12 filmes favoritos:
12 - "A Janela Secreta" (2004) de David Koepp
11 - "Pet Sematary" (1989) de Mary Lambert
11 - "Pet Sematary" (1989) de Mary Lambert
10 - "1408" (2007) de Mikael Håfström"
9 - "Christine" (1983) de John Carpenter
8 - "Carrie" (1976) de Brian De Palma
7 - "The Green Mile" (1999) de Frank Darabont
6 - "The Mist" (2007) de Frank Darabont
6 - "The Mist" (2007) de Frank Darabont
E o magnífico top 5:
5 - "Misery" (1990) de Bob Reiner
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Pedro Mexia de regresso aos livros


O blogue do Pedro Mexia, Estado Civil, esteve online entre Outubro de 2006 e Janeiro de 2009. Um espaço de eleição na blogosfera portuguesa, escrito por um dos melhores cronistas e críticos portugueses da actualidade (na minha opinião). Pedro Mexia, actual subdirector da Cinemateca Portuguesa, é também uma das vozes irrequietas do programa "Governo Sombra" da TSF; é poeta, crítico literário e de cinema no DN e jornal Público, autor de vários livros (diários) e de crónicas: "Fora do Mundo" (2004), "Primeira Pessoa" (2006), "Prova de Vida" (2007), e "Nada de Melancolia" (2008). Um autor de notável versatilidade intelectual, tematicamente ecléctico, escrita escorreita e à flor da pele, visão pessimista mas contagiante do mundo, e dono de uma desconcertante auto-ironia e humor.
O seu mais recente livro, "Estado Civil - Diário de Uma Crise" (Edições Tinta da China), reúne grande parte dos textos de Mexia do blogue Estado Civil. Para quem acompanhava o seu espaço na blogosfera, não serão textos novos, mas serão sempre fonte de prazer a sua releitura. Por isso comprei o livro, pois claro (Bertrand).
"Podia dizer que o cinema de terror me interessa porque joga com as emoções primitivas como o medo, porque usa as técnicas todas de manipulação do espectador, porque reclama abertamente o conceito de eficácia, porque exorciza traumas epocais, porque interroga o universo moral e o primado do visível. Mas também podia dizer que o cinema de terror me interessa porque tem raparigas de 21 anos com calções e top a correr de um lado para o outro".
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
A música portuguesa existe

Quantos discos portugueses foram editados durante o ano que passou? 20? 50? O site A Trompa, especializado na divulgação da música nacional, dá uma resposta aproximada com a sua lista dos discos nacionais de 2007. É isso: pelo menos 150 discos de produção nacional foram lançados no último ano. Face ao habitual desinteresse da comunicação social com a música portuguesa, até parece um número exagerado e desproporcionado. E o autor do site ainda diz que "muita coisa ficou por ouvir." É caso para dizer que a música nacional existe, está em fase de alta produção e apresenta centenas de propostas e projectos interessantes. Basta ver o top d'A Trompa para verificar isso mesmo: músicos e projectos de todos os géneros e estilos, conhecidos e desconhecidos, mas que fervilham em ideias e que merecem ter atenção.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
Top 2008
Balanço
Último dia do ano. Tal como fiz o balanço no final de 2007, estas são as minhas escolhas para o ano de 2008. Não sei se são as melhores. São aquelas que gostei de desfrutar ao longo do ano. Uma selecção pessoal. Nada mais. Mas há uma confissão a fazer: no fim de um ano de imensa produção cultural, a sensação com que fico é de uma certa frustração incómoda. Isto porque, depois das escolhas feitas, fico sempre com a nítida impressão de que ficaram muitas mais referências de fora que não tive oportunidade de conhecer. Muitos filmes que não vi, muitos discos que não ouvi, muitos livros que não li. A produção cultural é cada vez maior e torrencial a cada ano que passa. Milhares e milhares de objectos culturais são despejados para o mercado, quase indistintamente. Descortinar a qualidade no meio da quantidade é cada vez mais difícil e ingrato.
Último dia do ano. Tal como fiz o balanço no final de 2007, estas são as minhas escolhas para o ano de 2008. Não sei se são as melhores. São aquelas que gostei de desfrutar ao longo do ano. Uma selecção pessoal. Nada mais. Mas há uma confissão a fazer: no fim de um ano de imensa produção cultural, a sensação com que fico é de uma certa frustração incómoda. Isto porque, depois das escolhas feitas, fico sempre com a nítida impressão de que ficaram muitas mais referências de fora que não tive oportunidade de conhecer. Muitos filmes que não vi, muitos discos que não ouvi, muitos livros que não li. A produção cultural é cada vez maior e torrencial a cada ano que passa. Milhares e milhares de objectos culturais são despejados para o mercado, quase indistintamente. Descortinar a qualidade no meio da quantidade é cada vez mais difícil e ingrato.
A própria comunicação social sente-se incapaz de dar vazão a tanta informação. E por isso, certos discos e filmes importantes são por vezes relegados para o fundo da prateleira por falta de espaço editorial ou por conflitos de interesses jornalísticos. Conseguir fazer uma selecção criteriosa dos produtos de qualidade dos que não têm interesse nenhum, exige esforço redobrado do cidadão comum para recolher cada vez mais informação (através de revistas, internet, jornais, rádio…) de molde a definir a sua própria opinião. O tempo é escasso para fruir (e usufruir) as propostas mais interessantes (no fundo, resume-se tudo ao que disse neste post). Ainda há filmes, discos e livros que ainda não conheço mas que provavelmente entrariam para a lista de preferências que se seguem... Agora é esperar que 2009 entre em força com boas e novas propostas.
Filmes:
Ainda não vi “Corações” de Alain Resnais, “A Turma” de Laurent Cantet, “Quatro Noites com Anna” de Jerzy Skolimowski, “O Homem de Londres” de Béla Tarr, “Destruir Depois de Ler” de Ethan e Joel Coen, “A Ronda da Noite” de Peter Greenaway, “Antes que o Diabo Saiba que Morreste” de Sidney Lumet, “Fome” de Steve McQueen, “Gomorra” de Matteo Garrone, “Em Bruges” de Martin McDonagh, “Austrália” de Baz Luhrmann…

1 – “Este País Não é Para Velhos” – Ethan e Joel Coen
2 – “Alexandra” – Alexander Sokurov
3 – “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” – Cristian Mungiu
4 – “No Vale de Elah” – Paul Haggis
5 – “Haverá Sangue” – Paul Thomas Anderson
6 – “O Segredo de um Cuzcuz” - Abdellatif Kechiche
7 – “O Lado Selvagem” – Sean Penn
8 – “Sweeney Todd” – Tim Burton
9 – “The Darjeeling Limited” – Wes Anderson
10 – “Os Falsificadores” - Stefan Ruzowitzky
11 – “Wall-E” – Andrew Stanton
12 – “Nós Controlamos a Noite” – James Gray
13 – “O Assassínio de Jesse James pelo Cobarde Robert Ford” – Andrew Dominik
14 – “O Orfanato” - Juan Antonio Bayona
15 – “Michael Clayton” – Tony Gilroy
16 – “Joy Division” – Grant Gee
17 – “The Mist” – Frank Darabont
18 – “O Acontecimento” - M. Night Shyamalan
Discos:
Apesar do hype da imprensa, ainda não ouvi discos como Fleet Foxes, Beach House, Dirty Projectors, Bon Iver, Evan Parker, Hercules & Love Affair, Silver Jews, The Dodos, Fennesz, Cut Copy, Hot Chip, She and Him…

1 - Secret Chiefs 3 – “Xaphan Book of Angels Volume 9”
2 - Leila – “Blood, Looms and Blooms””
3 - Clutchy Hopkins – “Walking Backwards”
4 - TV On The Radio – “Dear Science”
5 - Man Man – “Rabbit Habits”
6 - Portishead – “Third”
7 - Bombay Dub Orchestra – “3 Cities”
8 - Metaform – “Standing on the Shouders og Giants”
9 - Tricky – “Knowle West Boy”
10 - Stag Hare – “Black Medicine Music”
11 - Amon Tobin – “Foley Room Recorded Live In Brussels”
12 - Camille – “Music Hole”
13 - Nico Muhly – “Mothertongue”
14 - Gang Gang Dance – “Saint Dymphna”
15 - Devotchka – “A Mad And Faithful Telling”
16 - Girl Talk – “Feed the Animals”
17 – DJ Rupture – “Uproot”
18 - Fuck Buttons – “Street Horrrsing”
19 - Original Silence – “The Second Original Silence”
20 - Santogold – “Santogold”
21 - Firewater – “The Golden Hour”
22 - Matmos – “Supreme Baloon”
23 - Boredoms – “Super Roots #9”
25 - Paavoharju – “Laulu Laakson Kukista”
25 - Vampire Weekend – “Vampire Weekend”
26 - Ladytron – “Velocifero”
27 - The Bug – “London Zoo”
28 - Brazillian Girls – “New York City”
29 - Melvins – “Nude With Boots”
30 - Spiritualized – “Songs in A & E”
Discos portugueses:

Confesso que não fui um ouvinte regular de música portuguesa em 2008. Mas do que fui ouvindo ao longo do ano, gostei de: Deolinda, A Naifa, Mandrágora, Rocky Marsiano, peixe : avião, Linda Martini, Mesa, Melech Mechaya, Mikado Lab, Gala Drop, The Vicious Five, Mão Morta, Dead Combo…
Livros
Queria ter lido (espero ainda ler durante 2009): “Os Nus e os Mortos” de Norman Mailer, “Histórias de Amor” de Robert Wasler, “A Derrocada de Baliverna” de Dino Buzzati, “Contos Completos” de Truman Capote, “Correcção” de Thomas Bernhard, “Castelos Perigosos” de Céline, “Musicofilia” de Oliver Sacks, “O Jovem Estaline” de Simon Montefiore…

1 - “Sonderkommando” – Shlomo Venezia
2 – “Lacrimae Rerum” – Slavoj Zizek
3 – “A Monstruosidade de Cristo” – Slavoj Zizek
4 – “A Filosofia Segundo Woody Allen” - Vários autores
5 – “A Filosofia Segundo Alfred Hitchcock” – Vários autores
6 – “Em Busca do Grande Peixe” – David Lynch
7 – “A Febre” – Jean-Marie Le Clézio
8 – “O Jogo do Mundo” – Júlio Cortázar
9 – “O Homem Sem Qualidades Vol.1” – Robert Musil
10 – “Património” - Philip Roth
11 – “Toda a Música que eu Conheço” – António Victorino D’Almeida
12 – “Homem na Escuridão” - Paul Auster
Edições em DVD

Caixa “John Cassavetes”
Caixa “Hal Hartley”
Caixa “Wim Wenders”
Filmes:
Ainda não vi “Corações” de Alain Resnais, “A Turma” de Laurent Cantet, “Quatro Noites com Anna” de Jerzy Skolimowski, “O Homem de Londres” de Béla Tarr, “Destruir Depois de Ler” de Ethan e Joel Coen, “A Ronda da Noite” de Peter Greenaway, “Antes que o Diabo Saiba que Morreste” de Sidney Lumet, “Fome” de Steve McQueen, “Gomorra” de Matteo Garrone, “Em Bruges” de Martin McDonagh, “Austrália” de Baz Luhrmann…

1 – “Este País Não é Para Velhos” – Ethan e Joel Coen
2 – “Alexandra” – Alexander Sokurov
3 – “4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias” – Cristian Mungiu
4 – “No Vale de Elah” – Paul Haggis
5 – “Haverá Sangue” – Paul Thomas Anderson
6 – “O Segredo de um Cuzcuz” - Abdellatif Kechiche
7 – “O Lado Selvagem” – Sean Penn
8 – “Sweeney Todd” – Tim Burton
9 – “The Darjeeling Limited” – Wes Anderson
10 – “Os Falsificadores” - Stefan Ruzowitzky
11 – “Wall-E” – Andrew Stanton
12 – “Nós Controlamos a Noite” – James Gray
13 – “O Assassínio de Jesse James pelo Cobarde Robert Ford” – Andrew Dominik
14 – “O Orfanato” - Juan Antonio Bayona
15 – “Michael Clayton” – Tony Gilroy
16 – “Joy Division” – Grant Gee
17 – “The Mist” – Frank Darabont
18 – “O Acontecimento” - M. Night Shyamalan
Discos:
Apesar do hype da imprensa, ainda não ouvi discos como Fleet Foxes, Beach House, Dirty Projectors, Bon Iver, Evan Parker, Hercules & Love Affair, Silver Jews, The Dodos, Fennesz, Cut Copy, Hot Chip, She and Him…

1 - Secret Chiefs 3 – “Xaphan Book of Angels Volume 9”
2 - Leila – “Blood, Looms and Blooms””
3 - Clutchy Hopkins – “Walking Backwards”
4 - TV On The Radio – “Dear Science”
5 - Man Man – “Rabbit Habits”
6 - Portishead – “Third”
7 - Bombay Dub Orchestra – “3 Cities”
8 - Metaform – “Standing on the Shouders og Giants”
9 - Tricky – “Knowle West Boy”
10 - Stag Hare – “Black Medicine Music”
11 - Amon Tobin – “Foley Room Recorded Live In Brussels”
12 - Camille – “Music Hole”
13 - Nico Muhly – “Mothertongue”
14 - Gang Gang Dance – “Saint Dymphna”
15 - Devotchka – “A Mad And Faithful Telling”
16 - Girl Talk – “Feed the Animals”
17 – DJ Rupture – “Uproot”
18 - Fuck Buttons – “Street Horrrsing”
19 - Original Silence – “The Second Original Silence”
20 - Santogold – “Santogold”
21 - Firewater – “The Golden Hour”
22 - Matmos – “Supreme Baloon”
23 - Boredoms – “Super Roots #9”
25 - Paavoharju – “Laulu Laakson Kukista”
25 - Vampire Weekend – “Vampire Weekend”
26 - Ladytron – “Velocifero”
27 - The Bug – “London Zoo”
28 - Brazillian Girls – “New York City”
29 - Melvins – “Nude With Boots”
30 - Spiritualized – “Songs in A & E”
Discos portugueses:

Confesso que não fui um ouvinte regular de música portuguesa em 2008. Mas do que fui ouvindo ao longo do ano, gostei de: Deolinda, A Naifa, Mandrágora, Rocky Marsiano, peixe : avião, Linda Martini, Mesa, Melech Mechaya, Mikado Lab, Gala Drop, The Vicious Five, Mão Morta, Dead Combo…
Livros
Queria ter lido (espero ainda ler durante 2009): “Os Nus e os Mortos” de Norman Mailer, “Histórias de Amor” de Robert Wasler, “A Derrocada de Baliverna” de Dino Buzzati, “Contos Completos” de Truman Capote, “Correcção” de Thomas Bernhard, “Castelos Perigosos” de Céline, “Musicofilia” de Oliver Sacks, “O Jovem Estaline” de Simon Montefiore…

1 - “Sonderkommando” – Shlomo Venezia
2 – “Lacrimae Rerum” – Slavoj Zizek
3 – “A Monstruosidade de Cristo” – Slavoj Zizek
4 – “A Filosofia Segundo Woody Allen” - Vários autores
5 – “A Filosofia Segundo Alfred Hitchcock” – Vários autores
6 – “Em Busca do Grande Peixe” – David Lynch
7 – “A Febre” – Jean-Marie Le Clézio
8 – “O Jogo do Mundo” – Júlio Cortázar
9 – “O Homem Sem Qualidades Vol.1” – Robert Musil
10 – “Património” - Philip Roth
11 – “Toda a Música que eu Conheço” – António Victorino D’Almeida
12 – “Homem na Escuridão” - Paul Auster
Edições em DVD

Caixa “John Cassavetes”
Caixa “Hal Hartley”
Caixa “Wim Wenders”
Caixa "Mel Brooks"
“O Estranho Mundo de Jack” – Edição Especial
“Casablanca” – Edição Coleccionador
“The General – Pamplinas Maquinista” – Ed. Especial
“Vertigo – A Mulher que Viveu Duas Vezes” – Ed. Especial
“Hstória(s) do Cinema” – Jean-Luc Godard
“Holocausto”
“Um Coração Selvagem” – Ed. Limitada
“Eraserhead” – Ed. Especial
“O Estranho Mundo de Jack” – Edição Especial
“Casablanca” – Edição Coleccionador
“The General – Pamplinas Maquinista” – Ed. Especial
“Vertigo – A Mulher que Viveu Duas Vezes” – Ed. Especial
“Hstória(s) do Cinema” – Jean-Luc Godard
“Holocausto”
“Um Coração Selvagem” – Ed. Limitada
“Eraserhead” – Ed. Especial
"Vem e Vê" - Elem Klimov
“Control” – Ed. Especial
Coleccção Manoel de Oliveira
Coleccção “The Godfather – O Padrinho” – Ed. De Luxo
(...)
“Control” – Ed. Especial
Coleccção Manoel de Oliveira
Coleccção “The Godfather – O Padrinho” – Ed. De Luxo
(...)
Embirrações do ano: Amy Winehouse, Tony Carreira, Tokio Hotel e "Rock in Rio"
Conflito do ano: concertos simultâneos de Leonard Cohen e Lou Reed
Acontecimento do ano: centenário de Manoel de Oliveira e Elliott Carter
Adeus: Luiz Pacheco, Bettie Page, Paul Newman, Sydney Pollack, Heath Ledger, Eartha Kitt, Albert Cossery, Harold Pinter, Humberto Solas, Pedro Bandeira Freire, Arthur C. Clarke
Boa notícia: regresso às bancas da revista de cinema Premiere e experiência 3D no cinema ("Bolt", "Viagem ao Centro da Terra"...). Abertura da Cinemateca do Porto.
Má notícia: encerramento da livraria Byblos. Preço dos livros, DVDs e CDs.
Categorias:
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