
Depois de Sam Harris e o seu livro "O Fim da Fé" (já abordado aqui); depois de Richard Dawkins e a sua contundente obra "A Desilusão de Deus", eis que Christopher Hitchens, eminente jornalista e escritor norte-americano, lança um livro ainda mais demolidor contra todo o tipo de credo religioso: "Deus Não é Grande". Hitchens não se limita a fazer um trocadilho fácil com a máxima "Deus é Grande" defendida pela cultura islâmica (não sei como Hitchens não foi alvo ainda de uma "fatwa"!). Vai mais longe ao derrubar tabus estabelecidos oriundos de quaisquer manifestações de fé, numa abordagem religiosa deveras radical e baseada num visão ultra-racionalista e crítica. O subtítulo diz tudo: "Como a religião envenena tudo". Ponto final. Numa entrevista, perguntaram a Hicthens se alguma vez tinha rezado na vida: "sim, rezei uma única vez para pedir um erecção mas a prece não foi atendida".
Seja como for, estes três autores representam a frente de ataque na discussão intelectual (cada vez mais acesa) entre criacionistas e evolucionistas norte-americanos. Harris, Dawkins e Hitchens levam o ateísmo às últimas consequências como raramente se viu. O debate mantém-se aberto e controverso.
Seja como for, estes três autores representam a frente de ataque na discussão intelectual (cada vez mais acesa) entre criacionistas e evolucionistas norte-americanos. Harris, Dawkins e Hitchens levam o ateísmo às últimas consequências como raramente se viu. O debate mantém-se aberto e controverso.



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