sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O filme de Charlie Kaufman


Este fim-de-semana espero ter tempo para ver um dos últimos DVD que comprei na Fnac: "Sinédoque Nova Iorque" (2008) de Charlie Kaufman. É uma edição especial com dois discos (entevistas, making of, bastidores, etc).
Acontece que fiquei algo baralhado quando li as críticas promocionais publicadas na contracapa do DVD. Enquanto que o The New York Times refere que se trata de "Um filme a fervilhar de paradoxos e enigmas. É extremamente engraçado", já o The London Times assegura que o filme de Kaufman é sobre "A ambição penetrante, profunda e muito perturbante".
Afinal "Sinédoque Nova Iorque" é um filme engraçado ou perturbante? Ou as duas coisas ao mesmo tempo? Pensando bem, tratando-se do imaginário febril de Charlie Kaufman, acredito que acabe por ser isso... e muito mais.

7 comentários:

joao amorim disse...

mais do que engraçado é um filme com bom sentido de humor... mas é depressivo... às vezes como forma de humor...

cumps

Anónimo disse...

Extremamente perturbante. Apesar de engraçado no inicio. Fica-se a pensar qual é o significado da vida.

Julia Albuquerque disse...

De certo modo, acho que as duas críticas, apesar de superficiais por si mesmas, em conjunto descrevem muito bem a obra de Charlie Kaufman.

Álvaro Martins disse...

Vê o filme que deves gostar :) Estou de acordo com o joao amorim, depressivo é certamente o adjectivo que melhor descreve o filme. Eu gostei muito do filme.

O Homem Que Sabia Demasiado disse...

Eu sei que gostaste, Álvaro. Aliás, um dos motivos que me levou a comprar o DVD foi o texto que escreveste no teu blog sobre o filme.

Álvaro Martins disse...

Obrigado pela parte que me toca Victor :)

Anónimo disse...

Na minha opinião as palavras, deprimido, neurótico ou até obsessivo, são as que melhor descrevem a personagem principal deste filme, embora existam pormenores que não me parecem possíveis, a construção de todo aquele cenário megalómano é um, de resto parece-me um filme bastante bom, e com mais uma excelente prestação do Philip Seymou Offman.