quarta-feira, 20 de maio de 2009

O rosto (segundo Dreyer)


Maria Falconetti, in "A Paixão de Joana D'Arc" (1928) - Carl Th. Dreyer

“Nada no mundo pode ser comparado com o rosto humano. É um terreno que nunca nos cansamos de explorar. Não há melhor experiência do que testemunhar a expressão de um rosto sensível, como uma fonte de inspiração misteriosa e poderosa. Ver esse rosto iluminado interiormente e torná-lo poesia.”
Carl Dreyer

4 comentários:

Álvaro Martins disse...

Grande filme, grande realizador, "grande" verdade.

My One Thousand Movies disse...

Foi o único filme da carreira dela. E ela fez o filme todo sem maquilhagem.

Coldsector disse...

É sem dúvida um grande filme e um grande realizador, é incrível a força expressiva que este filme consegue transmitir sem som e quase na totalidade filmado em grande plano, ao vê-lo atentamente quase podemos "ouvir" o som da voz de Maria Falconetti. Este é sem dúvida um clássico incontornável para todos os amantes de bom cinema.

Vagabundo Social disse...

Acho que sim... O rosto é expressão; faz-nos perceber, faz-nos duvidar, tem formas apelativas, é aquilo que mais nos define visualmente, tanto é belo como enganador visto de todas as perspectivas... Diz muito, diz nada... Diz sempre alguma coisa. É nosso.