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terça-feira, 3 de novembro de 2015

Por trás de "The Shining"

Em 1966 o cineasta Stanley Kubrick disse a um amigo que um dia iria fazer o "filme mais assustador de sempre". Em 1980 realizou "The Shining" e consegui-o.
O realizador de mini-documentários Gary Leva realizou um documentário de 30 minutos sobre a concepção do filme de Kubrick. Entrevistas a actores, técnicos e críticos, imagens de bastidores, comentários e análises compõem este curto mas fascinante filme que ajuda a compreender o imenso estatuto de culto que ganhou "The Shining".

Abrir o link aqui.

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Hitchcock no universo de Kubrick (ou ao contrário)

Retirado do blog Bitaites:

"As personagens que James Stewart desempenhou em três filmes de Hitchcock – «Janela Indiscreta», «O Homem que Sabia Demais» e «A mulher que Viveu Duas Vezes» – são perseguidas por uma trupe de vilões dos filmes de Stanley Kubrick. 
Por outras palavras: esta é uma curta-metragem com James Stewart e Jack Nicholson nos papéis principais. «The Red Drum Getaway» junta dois actores que nunca contracenaram e dois realizadores cujos universos jamais se cruzaram. Foi criado por uma agência francesa de criativos ligada à Publicidade, Gump. 
Vejam-no – se gostam deste tipo de experiências, vão adorar. É mais um tributo às maravilhas do digital e do «mashup». «Mashup», para quem não saiba, designa uma combinação de elementos diferentes e às vezes opostos – em vídeo ou em música – para criar uma obra derivada: os elementos que a constituem são familiares mas os resultados podem ser humorísticos, sarcásticos, críticos ou simplesmente bizarros."
Uma preciosidade criativa para cinéfilos, portanto.

Ver aqui em ecrã grande.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Cinema e saúde mental

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde Mental da Escola Superior de Saúde de Viseu, fui convidado a dissertar sobre a relação entre o cinema e a saúde mental. Aceitei o desafio como aceitei, há três anos, dissertar sobre o suicídio e o cinema (ver aqui) num simpósio sobre o tema. O título que escolhi: "A Psique Cinematográfica: A Saúde Mental Representada no Cinema".

Foi um bom desafio que me obrigou a ver (ou rever) uma série de filmes e a investigar literatura especializada. Após elaborar uma pré-selecção de 60 filmes, reduzi a apresentação para 35 títulos que me pareceram absolutamente incontornáveis. Dois critérios essenciais serviram para essa selecção: a qualidade cinematográfica/artística de cada filme escolhido e a relevância temática.

Cheguei à conclusão que os distúrbios mentais mais frequentes abordados pelo cinema são: múltiplas formas de esquizofrenia, paranóia, transtorno obsessivo-compulsivo, comportamentos psicóticos, psicose maníaco-depressiva, transtorno bipolar, transtorno dissociativo de personalidade, etc.

A minha apresentação na Escola Superior de Cinema decorreu no dia 8 deste mês num auditório com 200 lugares lotados com estudantes de saúde mental, professores, enfermeiros, psicólogos e psiquiatras. Mostrei uma apresentação visual na qual constavam o título do filme, o realizador, o ano de produção e uma imagem ilustrativa (como estas duas que ilustram este post: "Shock Corridor" de Samuel Fuller e "Spider" de David Cronenberg). Depois ia dissertando sobre cada filme...
No final apresentei uma bibliografia especializada: cinema como terapia, loucura e cinema, psiquiatria e filmes, etc. Já não houve tempo para debate com a assistência.

Para dar o mote ao início da prelecção citei uma frase de uma personagem do filme “Grand Canyon” (1991) de Lawrence Kasdan: “Se estás com problemas vai ao cinema. Os filmes têm a resposta para todos os problemas da vida.” 

Os filmes foram citados por ordem cronológica.



"O Gabinete do Dr. Caligari” (1920) – Robert Wiene
“A Page of Madness” (1926) – Teinosuke Kinugasa
“Un Chien Andalou” (1929) – Luis Buñuel
“M - Matou” (1931) – Fritz Lang
“Spellbound” (1945) – Alfred Hitchcock
“The Snake Pit” (1948) – Anatole Litvak
“Él – O Alucinado” (1952) – Luis Buñuel
“As Três Faces de Eva” (1957) – Nunnally Johnson
“Psycho” (1960) – Alfred Hitchcock
“David e Lisa” (1962) – Frank Perry
“Shock Corridor” (1963) – Samuel Fuller
“Fogo Fátuo” (1963) – Louis Malle
“Repulsa” (1965) – Roman Polanski
"Persona" (1966) - Ingmar Bergman
“Uma Mulher Sob Influência” (1974) – John Cassavetes
“Jaime” (1974) – António Reis
“Voando Sobre um Ninho de Cucos” (1976) – Milos Forman
“Eraserhead” (1977) – David Lynch
“The Shining” (1980) – Stanley Kubrick
“Nostalgia” (1983) – Andrei Tarkovsky
“Misery” (1990) – Bob Reiner
“Despertares” (1990) – Penny Marshall
“Garota, Interrompida” (1999) – James Mangold
“Uma Mente Brilhante” (2001) – Ron Howard
“K-Pax” (2001) – Iain Softley
“As Horas” (2002) – Stephen Daldry
“Spider” (2002) – David Cronenberg
“O Aviador” (2004) – Martin Scorsese
“O Maquinsta” (2004) – Brad Anderson
“Loucuras de um Génio” (Doc, 2005) – Jeff Feuerzeig
“Bug” (2006) – Wiliam Friedkin
“Cisne Negro” (2010) – Darren Aronofsky
“Take Shelter” (2011) – Jeff Nichols
“Alive Inside” (Doc, 2013) – Michael Rossato-Bennett
“Pára-me De Repente o Pensamento” (Doc, 2014) – Jorge Pelicano
“Esta é a Minha Casa” (Doc, 2014) – Pedro Renca
“Birdman” (2014) – Alejandro Gonzalez Iñárritu

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O soldado Pyle



Foi em 1987 que estreou o filme "Full Metal Jacket" ("Nascido para Matar") de Stanley Kubrick. Curiosamente, vi-o numa sessão da meia-noite, com meia dúzia de espectadores perplexos perante a violência psicológica da primeira metade do filme. Não é o meu Kubrick favorito, apesar de gostar muito dele. Tem uma força e uma progressão narrativa muito peculiares.

A primeira metade do filme, desde a admissão na tropa até ao brutal suicídio do soldado Pyle (impressionante Vincent D'Onofrio), é Kubrick puro, sem concessões, direcção feroz de actores e realização férrea. Lembro-me de me ter ficado na memória, durante muito tempo, esta imagem do soldado Pyle sentado na sanita com olhar demencial (ainda hoje quando me lembro deste filme, é a primeira imagem que me vem à cabeça). O soldado Pyle era um soldado gorducho e pouco apto para a exigência dos treinos militares, constantemente humilhado pelo temível Sargento Hartman. Até que a sua saúde mental se degrada entrando num estado de total loucura e alucinação.

E é essa loucura assustadora que vemos nos olhos de Pyle. Quando olha para o soldado Joker (Matthew Modine) com uma expressão de puro ódio e demência, de quem já não tem medo de nada, nem tem nada a perder. E é aí, nessa sequência de pura tensão na casa de banho (espaço muito do agrado de Kubrick), que Pyle explode, matando o sargento e suicidando-se de seguida. Apesar de não ser um filme de terror, "Full Metal Jacket" encerra, nesta perturbante cena, muito do terror psicológico que o realizador já experimentara no soberbo "The Shining" (1980). E é das sequências de cinema de que mais gosto de toda a obra kubrickiana.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

A arte de Hanuka

Tomer Hanuka é um artista e ilustrador israelita que faz trabalhos gráficos para várias revistas e  organizações. Tem uma vertente do seu trabalho que aborda filmes, nomeadamente ilustrações a partir de filmes de Stanley Kubrick, Terrence Malick e Alfred Hitchcock.
Link para o site oficial.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

"The Grand Overlook Hotel"

O que têm em comum os filmes "The Shining" de Stanley Kubrick e "The Grand Budapest Hotel" de Wes Anderson? Talvez o facto de ambos se passarem em hotéis (O filme de Kubrick no Overlook Hotel). Mas há mais do que isso. Pelo menos é o que pensa Steve Ramsden que fez uma brilhante montagem dos dois filmes como se fossem um só. Segundo o autor, os filmes de Anderson e Kubrick têm vários pontos em comum, nomeadamente os ambientes, a mise-en-scène e a realização (planos). 

E assim surgiu o falso trailer de "The Grand Overlook Hotel", um delicioso e muito verosímil trailer onde tudo encaixa como se fosse um filme único: diálogos e imagens num só. É este o poder da montagem.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Kubrick com música ao vivo

Quem vive em Lisboa e ama o cinema e a música não pode perder este espectáculo: exibição do clássico "2001 - Odisseia no Espaço" de Stanley Kubrick com música de orquestra e coro ao vivo. Será uma oportunidade única de poder ver um dos maiores filmes de ficção científica jamais feitos com a imponente música ao vivo de Richard Strauss, Johann Strauss e Ligeti.
Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, quinta e sexta-feiras. Será certamente uma experiência total.

 Im-per-dí-vel.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Kubrick fotógrafo, 1946

Em 1946, com apenas 17 anos, Stanley Kubrick fotografou para a revista Look o dia-a-dia  do metro de Nova Iorque. Diz-se que durante duas semanas intensivas tirou cerca de 15 mil fotografias.
Eis apenas quatro exemplos do seu peculiar olhar.




terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O top 10 de Fellini

A lista dos 10 filmes favoritos de Federico Fellini.


Longe de uma lista surpreendente, não deixa de ser uma boa lista com referência a bons filmes e bons realizadores. Apenas se constata o espanto que advém do facto de Fellini escolher para este top 10 um filme realizado... por ele próprio.

1. The Circus/City Lights/Monsieur Verdoux (1928, 31,47, Charles Chaplin)
2  Any Marx Brothers or Laurel and Hardy 
3. Stagecoach (1939, John Ford)
4. Rashomon (1950, Akira Kurosawa)
5. The Discreet Charm of the Bourgeoisie (1972, Luis Bunuel)
6. 2001: A Space Odyssey (1968, Stanley Kubrick)
7. Paisan (1946, Roberto Rossellini)
8. The Birds (1963, Alfred Hitchcock)
9. Wild Strawberries (1957, Ingmar Bergman)
10. 8 1/2 (1963, Federico Fellini)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cinéfilo, eu?

Por vezes discute-se o que é ser cinéfilo. Segundo João Bénard da Costa, ex-Director da Cinemateca Portuguesa, há uma significativa diferença entre "gostar" de cinema e "amar" o cinema.
E é verdade que esta diferença define o que é um verdadeiro cinéfilo e um espectador vulgar de cinema.
Repare-se na seguinte tabela comparativa que elaborei. Não se trata de um estudo científico e académico. É aquilo que a minha intuição e experiência dizem: uma pessoa que goste de cinema e que tenha alguns conhecimentos, fará uma lista de preferências como aquelas que estão na tabela da esquerda. Será, por assim dizer, um Cinéfilo QB (quanto baste). Mas para os mesmo filmes haverá o verdadeiro Cinéfilo, aquele que tem um conhecimento mais profundo da história do cinema e um gosto mais definido, por isso, escolhe outros filmes menos conhecidos dos mesmos cineastas.

Cinéfilo QB                                                                          Cinéfilo
"Citizen Kane"-------------------Orson Welles ------------------"Macbeth" (1948)
"2001 - Odisseia no Espaço"---Stanley Kubrick---------------"The Killing" (1956)
"O Sétimo Selo"-----------------Ingmar Bergman-------------"A Fonte da Donzela" (1959)
"Manhattan"----------------------Woody Allen-------------------"Zelig" (1983)
"Janela Indiscreta"---------------Alfred Hitchcock--------------"The Lodger" (1927)
"A Lista de Schindler"----------Steven Spielberg---------------"Duel" (1971)
"Nosferatu"-----------------------F.W. Murnau-------------------"Tabu" (1933)
"O Padrinho"---------------------Francis Coppola----------------"Rumble Fish" (1983)
"O Touro Enraivecido"---------Martin Scorsese-----------------"Mean Streats" (1973

Depois há outra facção de cinéfilos, que são os hardcore, aqueles "ratos de cinemateca" que acham que até os filmes da coluna da direita são demasiado mainstream para o seu gosto refinado. Estes cinéfilos hardcore gostam é dos clássicos mais obscuros, dos títulos de culto das sessões da meia-noite e de festivais de cinema independentes. São os amantes incondicionais do cinema mais alternativo/vanguardista, formando uma espécie de elite cinéfila.

Uma lista de filmes preferidos dos Cinéfilos Hardcore será por exemplo assim:

"Meshes of the Afternoon" (1943) - Maya Deren 
"Woman in The Dunes" (1964) - Hiroshi Teshigahara
"Pastoral: To Die In The Country" (1974) - Shuji Terayama
"Warning Shadows" (1923) - Arthur Robinson
"Thunderbolt" (1929) - Josef von Sternberg
"The Stranger on The Third Floor" (1940) - Boris Ingster
"Begotten" (1990) - E. Elias Merhige
"O Quadro Negro" (2000) - Samira Makhmalbaf
"Daisies" (1966) - Vera Chytilová
"Flaming Creatures" (1963) - Jack Smith
"O Anjo das Ruas" (1928) - Frank Borzage
"My Degeneration" (1990) - Jon Moritsugu
"Love Making"  (1969) - Stan Brakhage

E o caro leitor, em que categoria de cinéfilo se integra?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

O estilo visual de cada cineasta

Eis uma reportagem bem interessante do site informativo O Observador: o realizador coreano Kogonada resolveu facilitar a vida a todos os cinéfilos do mundo e fez uma série de vídeos que ajudam a entender o principal traço visual que caracteriza o trabalho de alguns dos principais realizadores da história. 
Nascido em Seul, Kogonada é conhecido por seus vídeo-ensaios sobre cinema para a Internet e colabora para a revista Sight & Sound. A sua página do Vimeo contém os seus melhores vídeos, muitos deles escolhidos como destaque pela equipa do site.

Basicamente, em vídeo de um ou dois minutos, Kogonada revela, numa cuidada montagem, um determinado estilo visual de um realizador. Assim, o realizador mostra e prova que:

- Stanley Kubrick trabalha as perspectivas de ponto de fuga (centro).
- Wes Anderson tem uma especial fixação pela simetria do ecrã e pelos planos de cima.
- Quantin Tarantino recorre muitas vezes aos planos contra-picados.
- Robert Bresson denota uma obsessão em filmar mãos (que se tocam... ou não).
- Terrence Malick aborda a dicotomia entre o fogo e a água.
- Yasujiro Ozu filma com a câmara estática corredores ao fundo.
- Darren Aronofsky tem um cuidado minucioso com os sons de cada objecto e situação (ver vídeo em baixo).

Em suma, um exercício bem interessante para quaisquer cinéfilos.

Para ver os restantes exemplos em vídeo, ir aqui.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Kubrick e North: a história

Fui convidado a escrever regularmente no site Repórter Sombra. O meu primeiro artigo versa sobre o episódio curioso (mas sério) do diferendo que ocorreu entre o realizador Stanley Kubrick e o compositor para cinema Alex North a propósito do filme "2001 - Odisseia no Espaço"
Para ler na íntegra carregar aqui.

domingo, 23 de novembro de 2014

Kubrick na rádio

Crónica radiofónica ("Teoria da Evolução") sobre quando Stanley Kubrick recusou a música original de Alex North para o filme "2001 - Odisseia no Espaço".

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Kubrick on Red

Caro leitor: já se tinha apercebido da obsessão de Stanley Kubrick com a cor vermelha nos seus filmes? Então veja esta curta montagem que prova que as tonalidades vermelhas eram, para Kubrick, a componente visual predominante de grande parte do seu cinema. E nesta montagem as imagens até "dançam" ao som da Nona Sinfonia de Beethoven:
 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Uma preciosidade

Páginas do guião original do filme "The Shining" (1980) de Stanley Kubrick com apontamentos manuscritos do próprio (carregar na imagem para aumentar):

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Robert Mitchum (em boneco)

A Evil Corporation é uma empresa de animação que trabalha para empresas de publicidade. Mas também cria merchandise relativo à cultura popular, nomeadamente, relacionada com o cinema e a televisão. 
É o caso destas duas imagens que retratam, em forma de bonecos, os protagonistas do filme "The Shining" (1989) de Kubrick e o inesquecível Robert Mitchum no papel do inquietante reverendo no filme "A Noite do Caçador" (1955) de Charles Laughton. 
Este boneco de Robert Mitchum não ficaria mal na prateleira de qualquer cinéfilo...
Ver mais aqui.

 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Filmes que dizem que viram (mas mentem)



Quem nunca disse que viu um filme sem o ter realmente visto, que atire a primeira pedra. Em qualquer conversa sobre cinema pode vir à baila um determinado filme (por norma, clássico) supostamente famoso que "toda a gente já viu". Mas a verdade é que não é bem assim e, para não se ficar inferiorizado e dar má figura cultural de si próprio, a tendência é dizer que já se viu.
Ora, a revista de cinema espanhola Cinemania publicou uma sondagem na qual revela 10 filmes que as pessoas costumam dizer que já viram mas, na verdade, mentem.

Eis a lista com a respectiva percentagem de mentirosos:

1. "O Padrinho" (30%)
2. "Casablanca" (13%)
3. "Taxi Driver" (11%)
4. "2001: Odisseia no Espaço" (9%)
5. "Reservoir Dogs" (8%)
6. "This is Spinal Tap" (7%)
7. "Apocalypse Now" (6%)
8. "Goodfellas" (5%)
9. "Blade Runner" (5%)
10. "A Grande Evasão" (4%) 

Conclusão: ninguém que se diga amante de cinema pode ousar dizer que nunca viu nenhum destes clássicos (daí a mentira forçada).Deduzo, igualmente, que esta sondagem tenha sido feita a jovens.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

As gémeas

Lembra-se das gémeas Grady numa icónica sequência do filme "The Shining" de Stanley Kubrick? 
Eram representadas por Lisa e Louise Burns, na época com 12 anos (1980). Desde então, as irmãs têm andado desaparecidas do cinema. "The Shining" é, de resto, o único filme em que participaram. Agora as gémeas juntaram os vestidos azuis e os sapatos com que representaram no filme as meninas aterradoras para uma exposição no Museu Nacional de Cracóvia, Polónia.

domingo, 18 de maio de 2014

A lista de Woody Allen

É sabido que Woody Allen sempre manifestou grande paixão pelo cinema europeu, não só como espectador, mas também enquanto realizador. Daí que não espante que nos seus 10 filmes preferidos de sempre apenas constem dois títulos do cinema norte-americano (Welles e Kubrick). 
Outros aspecto curioso é que Allen não escolheu nenhum filme de comédia (Chaplin, irmãos Marx ou Keaton, suas referências inevitáveis).






Sem nenhuma ordem em particular:

"The 400 Blows" (François Truffaut, 1959)
"8½" (Federico Fellini, 1963)
"Amarcord" (Federico Fellini, 1972)
"The Bicycle Thieves" (Vittorio de Sica, 1948)
"Citizen Kane" (Orson Welles, 1941)
"The Discreet Charm of the Bourgeoisie" (Luis Buñuel, 1972)
"La Grand Illusion" (Jean Renoir, 1937)
"Paths of Glory" (Stanley Kubrick, 1957)
"Rashomon" (Akira Kurosawa, 1950)
"The Seventh Seal" (Ingmar Bergman, 1957)